sábado, 13 de agosto de 2011

A História do Melodic Death Metal: Dark Tranquillity


Dark Tranquillity


Dark Tranquillity é uma das bandas pioneiras de Death metal melódico (a par de In Flamese At The Gates) de Gotemburgo, Suécia. 
O Dark Tranquillity foi fundado em 1989 por Mikael Stanne (na época guitarrista) e por Niklas Sundin (guitarrista), que formaram a banda sob o nome de Septic Boiler com o intuito de tocar Thrash Metal. Mais tarde, recrutaram Anders Friden (vocalista), Martin Henriksson (baixo) e Anders Jivarp (baterista), e estava formada a primeira "line-up" oficial. Após comporem a primeira demo, decidiram mudar o nome da banda para Dark Tranquillity e mudarem também o estilo musical. 
 
Foi a partir deste momento que a banda ficou conhecida por misturarem Death Metal com harmonias bem mais melódicas de guitarras e vocais distorcidos. Mais tarde, logo após o lançamento do primeiro album intitulado Skydancer, despediram Anders Friden da banda, possivelmente devido a diferenças musicais, e Mikael Stanne passou a vocalista, sendo recrutado Fredrik Johansson para guitarrista de ritmo, e foi com esta última line-up que lançaram em 1995 o primeiro álbum de reconhecimento intitulado The Gallery.
The Gallery
Embora o Dark Tranquillity já fosse naquela altura uma banda relativamente conhecida no underground, foi somente em 1995 quando lançaram o muito aclamado The Gallery que ficaram conhecidos em toda a Europa, e passaram a ser reconhecidos como uns dos criadores do estilo musical oriundo de Gotemburgo, o Melodic Death Metal. Neste álbum está bem patente o uso de harmonias de guitarra aliadas às influências evidentes do Death Metal sueco da época e também de Thrash Metal, com vocais rasgados e profundos.
Em 1997 lançaram The Mind's I, apesar de ser diferente do seu antecessor, era também um álbum de extrema qualidade, e que ajudou a cimentar o reconhecimento da banda no Metal. Depois deste álbum, despediram Fredrik Johansson por falta de empenho na banda, Martin Henriksson deixou o baixo para passar para a guitarra, e contrataram Michael Nicklasson para o baixo e Martin Brändström para o teclado.
Em 1999 lançaram o álbum mais experimental da história da banda, de nome Projector, com a adição de teclados, e uma abordagem de Mikael Stanne diferente (embora continuasse a usar vocais rasgados, usou também vocais limpos).
2000 foi o ano em que voltaram a apostar numa composição mais pesada, Haven, com a consolidação do teclado nas estruturas musicais acrescentando mais profundidade e atmosfera e um abandono temporário dos vocais limpos que havia sido frequente em Projector.
Damage Done, lançado em 2002, foi o álbum que deu uma "sapatada" nas sonoridades mais calmas da banda que já vinham sendo regra desde Projector, e foi sem dúvida a proposta musical mais agressiva e intensa desde The Mind's I e que marcou uma nova fase na carreira do DT.
Já em 2005, depois da banda ter feito a maior sequência de concertos de sempre, lançaram o 7ºalbum, ainda mais intenso que o antecessor, chamado Character e que consolida aquilo que esta banda realmente é, constante inovadora do gênero no qual fora uma das pioneiras, sem nunca lançarem um álbum igual.
Fiction
Dois anos depois, em 2007, lançaram Fiction, uma evolução natural, e que em termos líricos, pela primeira vez Mikael Stanne se focou mais em ficção, escrevendo sobre pessoas imaginárias em vez de escrever sobre ele próprio como era de costume.
Em Setembro de 2009 a banda entrou em estúdio para gravar o sucessor de Fiction, o We Are The Void, lançado em fevereiro de 2010. Atualmente a banda continua fazendo tournées de divulgação e, possivelmente, trabalhando em um novo álbum.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Retomando!

Bem... já tem um tempinho que não posto nada aqui no blog. Infelizmente, alguns imprevistos me impediram de direcionar o foco pra cá. Visto que fui convocado à integrar uma banda de progressive metal, a Metropolis, tive que me dedicar um pouco a isso e também conciliar o tempo com os outros projetos.
Porém, agora que as coisas estão mais calmas, irei retomar o antigo ritmo do blog e atualizar algumas coisinhas!


Let's Metal!

sábado, 9 de abril de 2011

A História do Melodic Death Metal: principais bandas

At the Gates


At the Gates é uma banda sueca de death metal melódico, de Gotemburgo, Suécia, que muitos acreditam ter tido grande influência sobre o gênero. Originalmente formada em 1990, com o fim da Grotesque, a banda combinava a velocidade e agressividade do thrash metal com a crescente cena death metal em Gotemburgo, Suécia, criando um som único. Inicialmente ativa de 1990 a 1996, a banda voltou em 2007 para uma turnê de reunião antes de se separar novamente em 2008. Em dezembro de 2010, eles se reuniram novamente.
Eles são parte da "New Wave of Swedish Death Metal" que inclui bandas como In Flames,Dark Tranquillity, Hypocrisy e Soilwork, entre outras. A banda também influenciou bandas modernas americanas de Metalcore, como Darkest Hour.
The Red in the Sky Is Ours (1992)
O At the Gates foi formado em 1990 pelos ex-membros da banda de death/black metal Grotesque. Eles gravaram um EP de estreia, Gardens of Grief, para a gravadora Dolores, e venderam cassetes, vinis e camisetas para promover a gravação. O EP levou a gravadora de metal Peaceville Records a assinar com a banda, e eles lançaram seu primeiro álbum completo, The Red in the Sky Is Ours, em 1992, um álbum com um som eclético, com arranjos neo-clássicos incluindo um solo de cordas.
Em 1994, o At the Gates lançou seu terceiro álbum de estúdio, Terminal Spirit Disease, que foi saudado como um álbum de sucesso. Ele continha apenas seis canções novas, mas mostrou que o som da banda tinha progredido imensamente em apenas um ano, em termos de reprodução e produção.
A banda continuou fazendo turnês e em 1995 lançaram seu álbum mais bem sucedido comercialmente e criticamente, Slaughter of the Soul, pela Earache Records. Este álbum firmemente enraizou a banda como um dos líderes da cena do metal sueco e foi rotulado como um álbum de referência no som de Gotemburgo pela AMG.
A banda recebeu atenção internacional para o álbum, ganhando-lhes uma turnê nos EUA e alta rotação do videoclipe de "Blinded by Fear" na MTV nos Estados Unidos, mas apesar deste sucesso internacional, os irmãos Björler saíram em 1996. Os membros restantes decidiram que seria impossível continuar sem eles, assim que a banda se separou.

"Blinded by Fear"

Quando o At the Gates se separou em 1996, o baterista Adrian Erlandsson, o baixista Jonas Björler e o guitarrista Anders Björler formaram a banda The Haunted. Tomas Lindberg já trabalhou com diversas bandas, incluindo Skitsystem, The Crown, Lock Up e Nightrage e está atualmente na banda The Great Deceiver e no Disfear. Adrian Erlandsson saiu do The Haunted para se juntar ao Cradle of Filth. Em 2001, a Peaceville Records lançou uma retrospectiva do At the Gates chamada Suicidal Final Art.
Em 18 de outubro de 2007, o At the Gates anunciou vários shows de reunião para meados de 2008, incluindo o Getafe Electric Festival, o Roskilde Festival, o Ruisrock, o Wacken Open Air, o Graspop Metal Meeting, o Sweden Rock Festival, o Gods of Metal, o Hellfest Summer Open Air, o Castle Festival e o Bloodstock Open Air, bem como uma turnê para o Japão com o The Dillinger Escape Plan, o Into Eternity, o Pig Destroyer e o Mayhem em maio de 2008.
Anders Björler comentou na reunião:
Bem, parecia o momento certo de uma vez. Temos vindo a falar de uma possível reunião há anos, mas esta foi a primeira vez que tudo se encaixou. Para mim, pessoalmente, sente-se como a obtenção de encerramento. A separação de mais de dez anos atrás foi abrupta e deixou uma vibe ruim entre a gente que levou anos para superar. Temos um relacionamento melhor hoje e uma abordagem mais descontraída sobre quem nós somos e o que fazemos. É o momento certo para se reunir e tocar em alguns shows. Tente pegar-nos ao vivo no verão de 2008. Essa poderá ser a sua última chance.
Quando questionado em outubro de 2007 se a banda estava planejando escrever um novo álbum, Lindberg respondeu:No website oficial da banda, Björler declarou que "seria inútil lançar algo mais do que dez anos após Slaughter of the Soul" e "só iria desapontar as pessoas."
Nenhuma nova gravação será gravada. O legado de Slaughter of the Soul permanecerá intacto. Seria divertido escrevermos juntos, mas não sob o nome de At the Gates.
Ao longo de julho de 2008, eles fizeram turnês nos EUA e no Canadá no que foi apelidado de "Suicidal Final Tour", e tocaram em seu último show do Reino Unido no Bloodstock Open Air no domingo, em 17 de agosto de 2008. Eles terminaram seu último show em Atenas, Grécia, com o convidado The Ocean Collective em 21 de setembro de 2008.
A performance da banda no Wacken Open Air em 2008 está disponível no The Flames of the End, que também incluí clipes de canções de outros locais e um documentário que cobre a reunião na íntegra.
Em dezembro de 2010, a banda anunciou uma segunda reunião em sua cidade natal, Gotemburgo, na Suécia, onde se apresentarão no Metaltown de 2011. Depois desse mês eles anunciaram que iriam se apresentar no Bloodstock Open Air em Derbyshire, Inglaterra.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/At_the_Gates

A História do Melodic Death Metal: principais bandas

Como já foi dito no post anterior, o Death Metal Melódico é um subgênero do Death Metal. 
Como o nome sugere, ele apresenta mais ênfase na melodia e técnicas harmônicas, tendo uma presença mais ativa de solos na guitarra do que seu gênero-mãe, o Death Metal. Musicalmente, é um resgate do NWOBHM ou uma incorparação dos riffs mais "melódicos" do Doom/Death metal, acelerando-os. Também é evidente o uso de blast beat na bateria, por conta do ritmo e do compasso nas músicas. Muitas bandas fazem uso do teclado, como Children of Bodom, Insomnium, Kalmah, Norther e Mors Principium Est. Muitas bandas usam o vocal limpo nos trechos de algumas músicas, ao invés do vocal gutural ou rasgado em todas elas, a exemplo de Soilwork, Disarmonia Mundi, Scar Symmetry, Solution .45, Persefone e Deadlock, etc.

As bandas percursoras desta variação do Death Metal foram Carcass, Dismember, Desultory, Eucharist, Edge of Sanity, Ceremonial Oath, At the Gates, In Flames e Dark Tranquillity.

A partir de agora iremos falar um pouco mais sobre algumas bandas, sua história e sua importância da difusão deste sub-gênero do Death Metal. Em primeira instância, iremos citar as primeiras bandas reconhecidas como pioneiras no Melodeath começando pelo At The Gates.

quinta-feira, 31 de março de 2011

A História do Melodic Death Metal e as principais bandas do gênero

A Partir das próximas semanas o blog The Mind's Eye, publicará uma série posts focados no Death Metal Melódico, ou ainda, Melodic Death Metal ou Melodeath, como preferir. Esta idéia surgiu de uma conversa com um amigo de São Paulo que é tão fã do sub-gênero quanto eu, o André, que (assim como eu) faz parte da comunidade do Scar Symmetry como um dos fãs mais ativos.
O principal objetivo desse "projeto" é agregar conhecimento a quem se interessar e tornar conhecidas as bandas que fizeram e ainda fazem a história do melodic death e também aquelas que não tiveram o devido reconhecimento por motivos de força maior.
Neste primeiro post que serve como introdução aos outros que virão, eu irei falar um pouco do gênero, onde surgiu e as principais bandas que o tornaram conhecido, entre outras coisas. Então, vamos ao que interessa!


Características

O Death Metal Melódico, do inglês Melodic Death Metal ou Melodeath, é um sub-gênero do Death Metal (dãããã). Como seu próprio nome sugere, ele traz uma sonoridade mais melódica (dãããã), ou seja, dá mais ênfase na melodia e técnicas harmônicas. Uma das principais características do Melodeath é a maior incidência de solos de guitarra do que seu gênero-mãe.
At The Gates
Algumas bandas fazem uso também de linhas de teclado e muitos dos vocalistas cantam com vocal "clean" (limpo) em alguns trechos das músicas, não se limitando apenas  ao vocal gutural ou o "rasgado". Bandas como Carcass (nos discos Heartwork e Swansong), Dark Tranquillity e In Flames, são creditados como os difusores do sub-gênero no mundo, porém, os suecos do At The Gates são considerados os verdadeiros precursores do Melodic Death Metal.

História


Dark Tranquillity
Acredita-se que o Death Metal Melódico originou-se na cidade sueca de Gotemburgo, o que fez com que alguns apelidassem o sub-gênero como "Gothemburg Metal". Muitas bandas que surgiram nesta cidade aderiram ao estilo e contribuíram grandemente na divulgação do mesmo. As bandas mais conhecidas provindas de lá são: In Flames, At the Gates e Dark Tranquillity.
Durante a Década de noventa, o Melodeath expandiu-se por toda Escandinávia e atingiu grande popularidade na Europa, mais especificamente no norte Europeu. E é dessa região, que vem surgindo nos ultimos anos a grande maioria (e porque não dizer as melhores) das bandas do Death Metal Melódico, sendo que as mais importantes tem como terra-natal a Suécia e a Finlândia. Nos ultimos anos, proveniente da Finlândia, saiu uma nova onda de bandas de Melodic Death, com um som característico desse país, com muitas bandas combinando este sub-gênero com Power Metal. Entre os destaques estão bandas como: Children of Bodom, Insomnium, Kalmah, Mors Principium Est, Norther, Eternal Tears of Sorrow, entre outras.


Então é isso!!! Aguardem as próximas matérias onde iremos falar um pouco mais sobre as principais bandas do Melodic Death Metal. Fiquem ligados!!! 

quinta-feira, 24 de março de 2011

Qual o motivo da falta de grandes shows na Bahia?

Bem... já faz um longo tempo que não posto nada aqui no blog. Infelizmente alguns assuntos urgentes me tomaram o tempo, mas, enfim, estou de volta!
O assunto que pretendo abordar aqui já ficou bem explícito no tema do post. Então, sem mais delongas, vamos nessa!


Como todos já devem estar cansados de saber, todos nós baianos, em especial soterapolitanos, temos essa carência no quesito shows de rock/metal de grande porte. Nosso estado é passagem obrigatória pra maioria dos turistas, 'Salvador é uma metrópole nacional com mais de 2,6 milhões de habitantes, sendo a cidade mais populosa do Nordeste, a terceira mais populosa do Brasil e a oitava mais populosa da América Latina. Salvador é também sede de importantes empresas regionais, nacionais e internacionais. Foi em Salvador onde surgiu a Odebrecht, que, em 2008, tornou-se o maior conglomerado de empresas do ramo da construção civil e petroquímica da América Latina. Além de empresas, a cidade sedia também muitos eventos, organizações e instituições, como a Universidade Federal da Bahia (melhor do Nordeste e a 16º da América Latina e a brasileira que mais melhorou nos últimos dois anos e a Escola de Administração do Exército Brasileiro.
Sendo assim, o que impede que grandes bandas de rock/heavy metal passem por aqui e sacie a nossa vontade de ver nossos artistas preferidos de perto? Qual a razão de nosso estado, em especial a nossa capital não fazer parte do roteiro dos grandes shows? Acredito que não iremos encontrar essa resposta tão cedo, porém, existem algumas teorias que são amplamente divulgadas tanto pelo público quanto pelos artistas e/ou produtores de eventos.
São diversos problemas que dificultam a realização de grandes shows por estas bandas e um dos principais é a falta de lugares adequados pra isso. Em especial aqui em Salvador, onde não há nenhum tipo de incentivo por parte do governo e os grandes produtores não vêem o rock/heavy metal como um negócio lucrativo, a falta de uma casa de shows digna torna-se uma enorme pedra no sapato daqueles poucos "aventureiros" que tentam movimentar a cena em nossa capital. 
Outro problema diretamente ligado à falta de espaços, é a ausência de público. Hoje em dia observamos diversos shows menores ao redor da cidade que sofrem com a falta de apoio do público. Fica difícil pra um promotor de eventos se interessar em investir num público que se nega a pagar míseros 5 à 10 Reais pra ver as bandas locais ou até de outros estados. Aí surge a questão: Com tantas bandas boas aqui e as pessoas não querem pagar pra ver, como eles podem reclamar de não haver interesse ou maior empenho em trazer "bandas grandes"? Mas deixemos esse assunto pra um próximo post, por enquanto.
Outro grande problema é a segmentação da cena e a briga por espaço provindo das subdivisões dentro do rock e, mais ainda, no Heavy Metal
Mas, e então? O que deve ser feito pra mudar essa situação? Bem... talvez o primeiro passo seria começarmos a apoiar mais (MAIS AINDA) as bandas que integram a cena local, chamar atenção dos produtores para nosso estado e nossa cidade, mostrando que temos sim público e plenas condições de receber grandes shows aqui, como já aconteceu há alguns anos atrás (Certamente os mais velhos devem se lembrar da época em que tivemos Stratovarius, Kreator, Destruction, entre outras grandes que passaram pelo antigo Rock In Rio Cafe *RIP*). Outra coisa que certamente contribuiria positivamente pra que as coisas mudassem, seria haver mais locais adequados pra comportar shows de grande porte. 
Enfim, há um monte de coisas que poderiam ser feitas pra melhorar as coisas por esses lados aqui, mas irei deixar pro próximo post, estou com preguiça e já me prolonguei demais nesse aqui! 
Até a próxima e continuem fazendo sua parte, pois conta muito!

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Rhapsody Of Fire: The Frozen Tears of Angels

Após a paralisação de todas as atividades da banda em 2008 por problemas com o empresário, os italianos do Rhapsody Of Fire estão de volta a todo vapor com seu novo álbum intitulado “The Frozen Tears of Angels” lançado em abril de 2010.

Passaram-se aproximadamente quatro anos desde o lançamento do ultimo disco de estúdio, o diferente “Triumph or Agony”, porém, esse tempo e os problemas pelos quais a banda passou, parecem ter servido de inspiração na composição do seu novo trabalho.
Logo depois da introdução, "Dark Frozen World", somos bombardeados pela ótima "Sea of Fate" que certamente vai agradar os fãs mais exigentes da banda e ganhar novos sem muito esforço. Repleta de melodias marcantes e um refrão grudento, "Sea of Fate" mostra logo de cara o que podemos esperar das próximas canções, em se tratando de nível de composição. "Crystal Moonlight" vem logo em sequência e mantém o clima vindo da musica anterior. Além de criar uma atmosfera que nos faz relembrar de grandes sucessos da carreira do Rhapsody of Fire, ela também marca uma sutil, porém perceptível, mudança na sonoridade da banda. “Reign Of Terror”, a quarta faixa do álbum nos remete ao antigo Rhapsody, repleta de arpegios e corais marcantes pra nos lembrar a razão pela qual o Rhapsody of Fire se mantém como os reis do Epic Power Metal! Logo na sequência temos a belíssima “Danza Di Fuoco E Ghiaccio”, cantada em italiano com um folk típico da banda, que traz uma suave lembrança de álbuns como “Legendary Tales” e “Symphony Of Enchanted Lands”. “Raging Starfire” retoma o ritmo “power” ao qual já estamos acostumados. Numa quebra total de “clima” temos “Lost In Cold Dreams”, a única balada do álbum. “On The Way To Ainor” e a faixa-título “The Frozen Tears Of Angels” vem manter o equilíbrio. Com um power metal épico típico na primeira e outro mais cadenciado na segunda, a banda consegue manter-se fiel ao estilo que os consagrou e ao mesmo tempo arriscar novos caminhos. Destaque maior para “The Frozen Tears Of Angels” que em seus pouco mais de onze minutos sintetiza um pouco sintetiza um pouco do que foi feito durante o álbum, uma faixa digna que fecha o disco com chave de ouro.
No mais,  com “The Frozen Tears Of Angels”, o Rhapsody of Fire vem mais uma vez mostrar o motivo de serem considerados a melhor banda dentro do seu gênero e mostra que o tempo que ficou inativa não afetou em nada na sua criatividade!